sexta-feira, 26 de outubro de 2007

LIVRE
INDAGAR
BUSCA
ESCOLHA
RACIOCÍNIO
DIREITO
ATITUDE
DEVER
EMANCIPAÇÃO

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Apaixonada ou somente ilusão?

Num simples sorriso seu
Perco-me em palavras e pensamentos
É um alívio imenso te ver alegre
Ainda mais se o motivo for eu

Todo momento pego-me pensando em você
Juntos, imagino
Lugares, risadas, carinho
Sentimentos, companheirismo
Brigas, beijos, lágimas e paixão

Tudo parece se encaixar
Tudo em você me faz feliz
As coisas que você diz
São sempre interessantes
Tudo o que você faz
É simplesmente incrível
Seus defeitos tornam-se
Qualidades a serem valorizadas
Afinal,
Você é único do jeito que é

Ei, será que estou apaixonada?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Pare, olhe, escute e... atue.

Quando paramos para pensar se o que fazemos é o certo, nos deparamos com uma série de dúvidas sobre o que é o certo afinal. Tudo o que sabemos sobre moral vem dos nossos antepassados, o que não passa de um espelho da sociedade.
Ao nos depararmos com uma situação qualquer em que alguém foge dos conceitos morais esteriotipados pela sociedade, nosso instinto de justiça fala mais alto e implica por uma tomada de ação contra isso. Porém, a maior parte das pessoas estão acostumadas com a idéia de que "a justiça nunca é feita" e acabam por aceitar alienadamente coisas "erradas" que acontecem ao nosso redor. Daí surge a acomodação do ser humano defronte a tantas injustiças que lá dentro nos causam dor e angústia. Surge também a conformação e o desacato diante da pobreza, humilhação, fome, analfabetismo, poluição e corrupção.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

O Homem

"O homem perde a saúde tentando ganhar dinheiro,
perde dinheiro tentando recuperá-la,
vive como se não fosse morrer,
e morre como se não tivesse vivido...
"


(Autor desconhecido)

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Savage War

They're crying
They're calling for mercy

She's just a girl,
Now, her mom is dead

In this world
Her life was suffer
By the great white man

Lil' angel
Give your hand for
The Great woman whose
Created you

domingo, 27 de maio de 2007

Corpo

Libertar o corpo
É sentir não ter limites
É estar de bem consigo mesmo

É flutuar nos pensamentos
Imaginar lugares nunca antes vistos
Ampliar horizontes
Arriscar
Superar limites
Fortalecer-se interna e externamente

É sentir-se como uma pluma
Leve, suave, simples

Porém uma pluma,
Seja onde estiver,
Pára não onde ela quer
E sim, até onde ela puder chegar

domingo, 29 de abril de 2007

Revolução

QUERO REVOLUÇÃO!

Aquele aperto dentro do peito grita por liberdade.
Quem quer essa liberdade?
À esta pergunta respondem àqueles que criticam, observam, lutam e não se contentam com um mundo de imposições!

sábado, 31 de março de 2007

Juventude selvagem

"Desde que eu nasci eles não conseguiram me segurar
Outro desajustado
Outra cidade em chamas
Não joguei pelas regras
Nunca realmente me importei
Minha reputação ruim me leva a todo lugar
Olho e vejo que não sou apenas eu
Tantos outros estiveram onde estou
Somos os jovens
Então mãos ao alto
Eles nos chamam de criança-problema
Passamos nossas vidas em julgamento
Andamos uma milha eterna
Somos a juventude selvagem
Estamos de pé e não vamos cair
Somos um e um por todos
Está escrito no muro
Somos a juventude selvagem
O chefe grita na minha orelha
Sobre quem eu deveria ser
Coloque um terno da Wall Street
Sorria filho, você vai ficar parecido comigo
Eu disse: "Ei cara, há algo que você saber
Eu lhe direi, a Park Avenue leva ao
Bairro de vagabundos"
Olho e vejo que não sou apenas eu
Estamos bem altos
Nunca haverá dúvidas
Somos os jovens
Então grite
Eles nos chamam de criança-problema
Passamos nossas vidas em julgamento
Andamos uma milha eterna
Somos a juventude selvagem
Estamos de pé e não vamos cair
Somos um e um por todos
Está escrito no muro
Somos a juventude selvagem"

Youth Gone Wild - Skid Row

Amor

Como é bom dar um sorriso
E receber um ainda mais lindo de volta
Dar carinho...
E receber aquele abraço sincero
Dar prazer
E sentir correspondência do outro
Como é bom amar
Cuidar
Dedicar-se

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Violência

Ninguém consegue entender aquele que mata, aquele que tem um coração e uma alma sádica. O que se vê hoje em dia, cada vez mais próximo de nós é a violência. Os pobres cidadãos dizem não ter nada a ver com isso; a descrença e o desleixo pela sociedade tomaram conta de todos. Quem culpar? O governo? As favelas? Drogados? Traficantes? Polícia?

Alguém realmente leva toda a culpa? Como acabar com tudo isso para vivermos em um mundo de paz? Isso tudo terá algum dia um final feliz?

O mundo sempre foi cruel. Enquanto uns mandam, outros obedecem. Enquanto uns sofrem, outros em felicidade plena encontram-se.

O ser humando sempre esteve e sempre estará em busca da felicidade. Da felicidade própria. Ambiciosa e egoísta.

Não será esse o nosso maior erro?

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

A máscara da sociedade

Aquele velho maltrapilho,
aquele mesmo que você finge que não vê, todos os dias quando passa pelo calçadão do centro da cidade,
Ele um dia foi alguém, que teve mulher, família e filhos para cuidar.
Teve um lar, emprego, roupas, banho e comida...
Agora, pelo desejo do destino,
Ele está lá, a pedir, beber, roubar!
A dormir no frio, sujo,
A ser mais um a perturbar, como diria assim, a sociedade esteriotipada na qual vivemos.
É, ele está lá para perturbar...

domingo, 3 de setembro de 2006

Penso, logo existo

"Penso, logo existo". Hum... Frase que gera tanta discórdia a certos grupos, mas que diz tudo sobre o ser humano. E a continuação dela seria talvez: "Expresso, logo penso". Seria bom se todos aqueles gênios que ficam trancados em um quarto filosofando sobre a vida pudessem logo expôr suas idéias mirabolantes e colocá-las em prática. Questões sobre existência, política e até sobre o orkut podem ser altamente construtivas.

Por que não tentar?

segunda-feira, 8 de maio de 2006

O Culpado

Contra quem?
Pobre, rico, ou ignorantes?
Difícil diferenciar
Fácil culpar o ingênuo
Aquele que é o fruto de toda a podridão do sistema
Aquele que nada pode fazer
E que ninguém faz por ele
Aquele que é uma mera poeira
No meio de tanta poluição

Líderes aproveitam-se dos fracos
E os fazem robôs, maníacos, fanáticos
Que no desespero,
Matam, Odeiam, Criticam

De outro lado
O megalomaníaco
Que não pensa
Apenas absorve o nada
Faz fotossíntese com os verdes
E que Deus abençoe a América

Não há certo nem errado
O mundo é assim mesmo
Cabeças pensam por si próprias
E tudo está ok

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Prólogo de Zarathustra

"Mostro-vos o super-homem. O homem é algo que deve ser sobrepujado. Que tendes feito para sobrepujá-lo ? Todos os seres até hoje criaram alguma coisa superior a si mesmos; e vós quereis ser o refluxo deste grande fluxo e até mesmo retroceder às bestas, em vez de superar o homem?"

(Friedrich Nietzsche - 1883)

O "Übermensch" (sobre-humano). O "super-homem" de Nietzsche é o pináculo que o homem poderia conquistar, estando acima de qualquer lei, regra ou superstição, das quais somos manipulados desde que nascemos. O "Übermensch", personagem que no prólogo é chamado de Zarathustra, é seu próprio senhor e para ele não existem medos, apreensões ou ressentimentos. A cada situação, é capaz de se tornar "servo" ou "líder", desde que necessário.

O homem, porém, está distante dessa criatura potencial, pois sua mentalidade é de escravo - seja de algum deus, seja do próprio objeto do homem.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

quarta-feira, 11 de janeiro de 2006

domingo, 1 de janeiro de 2006

Eterna Recorrência dos tempos

Nietzsche acreditava que existe no cosmos um número finito de "quanta de potência" - que possivelmente gera potencialidade a vida e a toda história - e que ao se arranjarem no Universo, se repetem ao longo do tempo infinito, de períodos em períodos.

Eternamente os tempos serão os mesmos. Nossas vidas e todos os acontecimentos se repetirão quando as "quanta de potência" acabarem seu ciclo e o reiniciarem novamente.

Agora, imagine sua vida assim, nas palavras de Nietzsche:
"Se um dia ou uma noite, um demônio se esgueirasse até você e, penetrando na sua mais solitária solidão, lhe dissesse: "Esta vida, da maneira como você vive agora e já viveu antes, você terá que vivê-la mais uma vez e outras inumeráveis vezes; e não haverá nada de novo nela, mas cada tormento e cada alegria e cada pensamento ou suspiro e cada coisa imensuravelmente pequena ou grande em sua vida, deverá retornar a você — tudo na mesma sucessão e seqüência..." Como não atirar-se ao chão, rangendo os dentes e amaldiçoando o demônio que assim lhe falou? Ou você alguma vez já experimentou aquele formidável momento em que teria respondido a ele: "És um deus, e jamais havia escutado algo mais divino."... Como teria você se tornado tão bem disposto perante você mesmo e a vida para chegar a não desejar coisa alguma mais ardentemente que este supremo desígnio e esta confirmação eterna?"

quinta-feira, 17 de novembro de 2005

Geni e o zepelim

[ Chico Buarque / 1977-1978 ]

De tudo que é nego torto
Do mangue e do cais do porto
Ela já foi namorada
O seu corpo é dos errantes
Dos cegos, dos retirantes
É de quem não tem mais nada
Dá-se assim desde menina
Na garagem, na cantina
Atrás do tanque, no mato
É a rainha dos detentos
Das loucas, dos lazarentos
Dos moleques do internato
E também vai amiúde
Co'os velhinhos sem saúde
E as viúvas sem porvir
Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante
Um enorme zepelim
Pairou sobre os edifícios
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim
A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geléia
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo - Mudei de idéia
- Quando vi nesta cidade
- Tanto horror e iniquidade
- Resolvi tudo explodir
- Mas posso evitar o drama
- Se aquela famosa dama
- Esta noite me servir
Essa dama era Geni
Mas não pode ser Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Mas de fato, logo ela
Tão coitad e tão singela
Cativara o forasteiro
O guerreiro tão vistoso
Tão temido e poderoso
Era dela, prisioneiro
Acontece que a donzela
- e isso era segredo dela
Também tinha seus caprichos
E a deitar com homem tão nobre
Tão cheirando a brilho e a cobre
Preferia amar com os bichos
Ao ouvir tal heresia
A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão
O prefeito de joelhos
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão
Vai com ele, vai Geni
Vai com ele, vai Geni
Você pode nos salvar
Você vai nos redimir
Você dá pra qualquer um
Bendita Geni

Foram tantos os pedidos
Tão sinceros tão sentidos
Que ela dominou seu asco
Nessa noite lancinante
Entregou-se a tal amante
Como quem dá-se ao carrasco
Ele fez tanta sujeira
Lambuzou-se a noite inteira
Até ficar saciado
E nem bem amanhecia
Partiu numa nuvem fria
Com seu zepelim prateado
Num suspiro aliviado
Ela se virou de lado
E tentou até sorrir
Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir
Joga pedra na Geni
Joga bosta na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

sábado, 15 de outubro de 2005

Pagu

Mexo e remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
sabe o que que é ser carvão
Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas à minha cobra
Minha força não é bruta
Não sou freira,
nem sou puta

Porque nem Toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu
indignada no palanque
Fama de porra louca...
tudo bem
Minha mãe é Maria ninguém
Não sou atriz
Modelo ou dançarina
Meu buraco é mais em cima

Porque nem Toda feiticeira é corcunda
NemToda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Rita Lee/Zelia Duncan

segunda-feira, 5 de setembro de 2005