quarta-feira, 16 de setembro de 2009

"Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver"

Cazuza - Ideologia


O que falta para as pessoas se unirem contra os repreensíveis crimes políticos que vemos todo dia? Por que se contentar olhando tudo do outro lado do muro?

É tão mais fácil ficar parado. Pra que vou me mover se consigo viver como tudo agora está? Cada um que se vire por si mesmo. Este é o Brasil.


A ânsia do querer

A vida é feita de pequenos ou grandes desafios... Somos movidos por coisas que buscamos e almejamos, tais como felicidade, prosperidade, dinheiro ou prazer. Às vezes chega até a ser um pouco agonizante essa ânsia do querer. Ela nunca é totalmente sanada; não há total contentamento. É algo que possivelmente nos leve até nossos últimos dias de vida.

Conseguir algo que muito queríamos leva-nos a um sentimento de "prazer" instantâneo. Após, um estranho "vazio". Vazio que nos deixa desnorteados.

Ânimo, força de vontade, fé. Onde encontrar?

sexta-feira, 12 de junho de 2009

A realidade e a relatividade

Outro dia ouvi uma história de uma pessoa que era cega desde sua infância e, depois de adulta, conseguiu a dádiva de enxergar novamente. Esta pessoa sofreu deveras pois o mundo tornou-se totalmente novo; seu cérebro não havia aprendido a enchergar, o sofrimento foi grande para adaptar-se com as distâncias, cores, luzes, formatos, ganho de reflexo. A realidade era outra e muito diferente do que parecia ser antes.

Há pessoas em nosso meio social que estão assim como estava a pessoa cega. Felizes ou tristes em um mundo totalmente diferente da realidade. Mas que realidade? Realidades são relativas, é claro, cada um vive a sua realidade. Não existe apenas uma. Às vezes, porém, gostaria que certas pessoas tentassem um dia ao menos viver em outra realidade. Uma realidade que possivelmente possa ser difícil e complicada - ou até mesmo, prazerosa e feliz - mas que seria de grande importância para seu desenvolvimento intra e interpessoal.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Egoísmo

Todo altruísmo tem no fundo um pouco de egoísmo. O ser humano vive inteiramente para si mesmo, é intrinsecamente egocêntrico. Quando se fazem atos solidários de ajuda ao próximo, aí entra também o prazer e a felicidade própria. O homem vive apenas em função de si mesmo, ama para satisfazer-se, trabalha, reproduz-se, preserva o meio ambiente, doa, acolhe. A busca pela felicidade e satisfação do ego é tamanha que toda ação, por mais que pareça grandiosamente altruísta, não é. Ninguém é “bom” o suficiente para dizer-se essencialmente altruísta. Dizia a escritora iluminista Anne Louise Germaine Necker que “o amor é um egoísmo a dois”.

Existe o egoísmo saudável, o qual toda criança aprende a ter a fim de interar-se ao meio social e também outro tipo de egoísmo em que não há consideração com o próximo. A sociedade atual convive cada vez mais com uma forma de egoísmo que extrapola os limites da liberdade de cada cidadão. O meu “eu” é mais importante que o seu, portanto o que está bom para mim, deve estar bom para você e para todos. Dinheiro e território são algumas formas egoístas de representação de interesses políticos que muitas vezes são causadoras de pequenos conflitos entre países e até mesmo guerras. Esta avidez por satisfazer interesses acaba certamente nunca privilegiando a todos os envolvidos, que nos casos citados, são nações inteiras, com pessoas umas diferentes das outras e cada qual com anseios diferentes. Líderes são exemplos de egoístas coletivistas; buscam o sucesso de um determinado grupo em detrimento de outro(s).

O homem nunca está saciado, nunca pára de buscar seu propósito de vida, portanto o egoísmo exagerado pode-se tornar uma forma de prazer assim como o consumismo, alcoolismo, violência e outras, as quais não têm limites e nem razão.

“O egoísta é alguém desprovido de consideração pelo egoísmo dos outros.” – Ambrose Bierce, escritor estadunidense.

sábado, 22 de março de 2008

Um pouco mais sobre o Anarquismo

Anarquia = Ausência de Governo "anarkhia", que não significa necessariamente "caos e confusão".

"...Outros grupos há, tanto à esquerda como à direita, que querem na teoria desembaraçar-se do governo, quer porque no momento azado a economia de mercado será tão livre que não necessitará mais de controle, quer porque na altura devida os indivíduos serão tão iguais que não haverá mais necessidade de constrangimento: mas as medidas que tomam parecem reforçar sempre mais o governo. Só os anarquistas querem desembaraçar-se do governo, na prática. Isso não quer dizer que pensem que todos os homens são naturalmente bons, idênticos, aperfeiçoáveis, ou qualquer outra cançoneta romântica. Quer dizer que calculam que quase todos os homens são sociáveis, iguais e capazes de viver a própria vida. Muitas pessoas dizem que o governo é necessário porque há pessoas que não sabem portar-se bem, mas os anarquistas dizem que o governo é prejudicial porque não se pode confiar em ninguém para conduzir os outros. Se todos os homens são de tal maneira maus que devam ser governados por outrem, dizem eles, quem é então suficientemente bom para governar os outros? O poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente. Por outro lado as riquezas da terra são produzidas pelo trabalho da humanidade inteira e todos os homens têm igual direito em tomar parte nesse trabalho e a gozar do seu produto. O anarquismo é um modelo ideal que exige, ao mesmo tempo, a liberdade total e a igualdade total."

http://ccl.yoll.net/

Why do we need to love?

Why do we need to love?
Love is a thing that comes from our deepest inside desire
We can't control it
I don't know why we need to love
It always comes so fast
So intense

But I can't comprehend why...
Because love can hurts us too
Love make us to get lost
Love is pure, but insecure
Love is strange...

We just need to be loved
Like a child that need its mom
It's too strong
It's like a bow
That is very tied
And we cannot untie it
We cannot choose
For who we going to love

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Natureza Feminina

Mulheres feministas...

Nós, mulheres, não precisamos pensar em ser melhores que os homens no que eles sabem fazer e sim pensar que somos capazes de coisas que eles não capazes de fazer. Ter orgulho por pertencer a natureza feminina. Orgulho de ser diferente. Orgulho de ser o oposto.

Pra que não valorizar seu corpo se ninguém mais pode fazer isso por você? Pra quê não se aceitar como mulher?

Essa natureza não é a toa. VALORIZAR e ACEITAR a si mesma é essencial. Pertencemos a uma natureza que não é só da raça humana.

Pra quê tentar ser um alguém a mais se posso ser A MULHER?
Não somos objetos. Não somos robôs. Não somos máquinas de prazer. Não queremos apenas direitos iguais. É o fim do preconceito e o início da consciência.

"A luta é a minha vida. Continuarei a lutar pela liberdade até o fim de meus dias." (Nelson Mandela)

sábado, 3 de novembro de 2007

Crime Organizado

Vale a pena fazer a leitura do texto e refletir sobre o tema.
Retirado do site: Artur Bruno - Atualidades

"Origens e causas do crime organizado no Brasil

A imprensa traz diariamente notícias sobre crimes ocorridos país afora. Em 2006, a cidade de São Paulo se viu diante de uma situação inusitada por cerca de três dias: uma facção criminosa autodenomidada Primeiro Comando da Capital (PCC) conseguiu fazer a cidade parar, com uma série de atentados a policiais, a ônibus e a instituições bancárias, que geraram pânico na população e mudaram a rotina da metrópole. Episódios semelhantes ocorrem em alguns bairros do Rio de Janeiro. No Ceará igualmente aumentam os casos de violência.
Antes de analisar os fatos em si, é mais interessante procurar o fenômeno histórico e sociológico que está por trás dele: o surgimento do crime organizado no Brasil. Isso ocorreu ao longo da década de 1970 e vários fatores concorreram para que as quadrilhas se transformassem em verdadeiras corporações empresariais.
Na década de 60, começou a acentuar-se significativamente a urbanização do país, devido ao êxodo rural. No ano de 1970, 56% da população brasileira vivia em cidades. Dez anos depois, já eram 68%. Atualmente, passam dos 80%. A população do campo migrou para as grandes cidades - Rio e São Paulo num primeiro momento-, em busca de melhores condições de vida.
Tratava-se de gente pobre, com pouco estudo e sem especialização profissional. Parte desse imenso contingente humano, ao longo dos anos 70, conseguiu seu lugar ao sol. A crise do petróleo no final da década e a estagnação econômica dos anos 1980 impediram que outra parte também se desse bem na vida, excluindo-os dos pequenos e flutuantes avanços da economia brasileira desde então.
Resultado: com a continuidade do êxodo rural somado à diminuição da renda, ao desemprego e às poucas oportunidades de trabalho, favelas e as regiões periféricas não só cresceram, como também se tornaram um território propício ao desenvolvimento do crime.
Por que propício? Porque se trata de um território menosprezado pelos governantes e onde o Estado não se fazia presente, prestando os serviços que prestar, como a segurança, para dar o exemplo mais óbvio.
Na verdade, durante os 21 anos do regime militar (1964-1985) e os 21 subseqüentes de democracia, inexistiram políticas públicas sistemáticas voltadas para o setor de segurança. Os militares voltaram o aparato policial para os opositores do regime. Estes, por sua vez, ao chegarem ao poder, simplesmente ignoraram a questão.
Durante os governos militares, criminosos comuns entraram em contato com membros das organizações guerrilheiras de esquerda que combatiam a ditadura. No convívio comum, os criminosos comuns absorveram as táticas e estruturas organizacionais das esquerdas. Não por acaso, a prmeira facção criminosa do Rio de Janeiro se autodenominou "Comando Vermelho", numa alusão à cor das bandeiras das organizações e partidos de esquerda.
Obivamente que isso não explica o fenômeno como um todo. Não basta ter aprendido os rudimentos de organização na cadeia. A organização, aliás, não parte necessariamente do contato com esquerdistas.
Muitos presos se organizaram a partir da explosão populacional nas cadeias e das condições de vida precária que nelas vigorava. Organizar-se era uma forma de se proteger, evitando assassinatos e estupros por outros presos. Era também uma maneira de tentar dialogar com as autoridades e reivindicar melhores condições de vida na prisão.
Mas o elemento que parece ter sido decisivo para a organização do crime no Brasil foi o tipo de negócio com que ele se envolveu, um tipo de negócio altamente lucrativo: o tráfico de drogas. Maconha e cocaína alavancaram o crime organizado por aqui, assim como ocorreu com o álcool clandestino em Chicago, durante a lei seca (1920).
Lucrativo devido à expansão do consumo (sobretudo entre as classes médias e mesmo elites), o tráfico de drogas exige uma estrutura complexa para ser levado a bom termo. Ele implica o plantio e a colheita da maconha e da coca, inclui o tratamento das plantas em estado bruto (no caso da cocaína, o refino é feito a partir de outras substâncias químicas), abrange a estocagem, o transporte e a distribuição - no atacado e no varejo.
Como o negócio não é regulamentado por leis, muito pelo contrário, a garantia de segurança para todas as etapas do processo são as armas. Assim, a violência se torna parte integrante do negócio.
Dessa forma, o tráfico de armas passou a se desenvolver paralelamente ao de drogas, num círculo vicioso em que uma forma de tráfico alimenta a outra e a violência se multiplica e potencializa. Além disso, gera ainda a necessidade de as atividades criminais se diversificarem, entrando pelo campo do roubo de veículos e de cargas, por exemplo. Sem falar que os chefões dos negócios se vêem forçados a lavar o dinheiro que ganham, isto é, dar um jeito para justificar legalmente a sua origem.
Some-se a isso o aumento da população pobre e da exclusão social como causas da criminalidade. A possibilidade de melhorar de vida rapidamente e de escapar da exploração do mundo do trabalho pelo patronato levam muita gente a adentrar na vida criminosa. Obviamente que a questão social, por si apenas, não explica tudo.
Talvez se possa falar de vários outros fatores, mas dois são certamente unânimes entre os estudiosos da questão. Em primeiro lugar, vem a certeza da impunidade. Os grandes criminosos, em sua maioria, sabem que podem dispor de recursos para contratar advogados que, por sua vez, encontrarão as mais diversas brechas numa legislação muito longe de ser a ideal para lidar com o crime organizado. Pior, o crime organizado atualmente começa a corromper o próprio judiciário, como demonstra o envolvimento recente de vários juizes em ações delituosas.
Em segundo lugar, está a degradação dos valores morais, da expansão do individualismo neoliberal, em que a idéia de vencer na vida a qualquer preço tornou-se uma espécie de missão única da cada pessoa. Tem-se um vale-tudo social, onde as práticas mais absurdas são toleradas em nome da ascensão e do ter."


sexta-feira, 26 de outubro de 2007

LIVRE
INDAGAR
BUSCA
ESCOLHA
RACIOCÍNIO
DIREITO
ATITUDE
DEVER
EMANCIPAÇÃO

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Apaixonada ou somente ilusão?

Num simples sorriso seu
Perco-me em palavras e pensamentos
É um alívio imenso te ver alegre
Ainda mais se o motivo for eu

Todo momento pego-me pensando em você
Juntos, imagino
Lugares, risadas, carinho
Sentimentos, companheirismo
Brigas, beijos, lágimas e paixão

Tudo parece se encaixar
Tudo em você me faz feliz
As coisas que você diz
São sempre interessantes
Tudo o que você faz
É simplesmente incrível
Seus defeitos tornam-se
Qualidades a serem valorizadas
Afinal,
Você é único do jeito que é

Ei, será que estou apaixonada?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Pare, olhe, escute e... atue.

Quando paramos para pensar se o que fazemos é o certo, nos deparamos com uma série de dúvidas sobre o que é o certo afinal. Tudo o que sabemos sobre moral vem dos nossos antepassados, o que não passa de um espelho da sociedade.
Ao nos depararmos com uma situação qualquer em que alguém foge dos conceitos morais esteriotipados pela sociedade, nosso instinto de justiça fala mais alto e implica por uma tomada de ação contra isso. Porém, a maior parte das pessoas estão acostumadas com a idéia de que "a justiça nunca é feita" e acabam por aceitar alienadamente coisas "erradas" que acontecem ao nosso redor. Daí surge a acomodação do ser humano defronte a tantas injustiças que lá dentro nos causam dor e angústia. Surge também a conformação e o desacato diante da pobreza, humilhação, fome, analfabetismo, poluição e corrupção.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

O Homem

"O homem perde a saúde tentando ganhar dinheiro,
perde dinheiro tentando recuperá-la,
vive como se não fosse morrer,
e morre como se não tivesse vivido...
"


(Autor desconhecido)

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Savage War

They're crying
They're calling for mercy

She's just a girl,
Now, her mom is dead

In this world
Her life was suffer
By the great white man

Lil' angel
Give your hand for
The Great woman whose
Created you

domingo, 27 de maio de 2007

Corpo

Libertar o corpo
É sentir não ter limites
É estar de bem consigo mesmo

É flutuar nos pensamentos
Imaginar lugares nunca antes vistos
Ampliar horizontes
Arriscar
Superar limites
Fortalecer-se interna e externamente

É sentir-se como uma pluma
Leve, suave, simples

Porém uma pluma,
Seja onde estiver,
Pára não onde ela quer
E sim, até onde ela puder chegar

domingo, 29 de abril de 2007

Revolução

QUERO REVOLUÇÃO!

Aquele aperto dentro do peito grita por liberdade.
Quem quer essa liberdade?
À esta pergunta respondem àqueles que criticam, observam, lutam e não se contentam com um mundo de imposições!

sábado, 31 de março de 2007

Juventude selvagem

"Desde que eu nasci eles não conseguiram me segurar
Outro desajustado
Outra cidade em chamas
Não joguei pelas regras
Nunca realmente me importei
Minha reputação ruim me leva a todo lugar
Olho e vejo que não sou apenas eu
Tantos outros estiveram onde estou
Somos os jovens
Então mãos ao alto
Eles nos chamam de criança-problema
Passamos nossas vidas em julgamento
Andamos uma milha eterna
Somos a juventude selvagem
Estamos de pé e não vamos cair
Somos um e um por todos
Está escrito no muro
Somos a juventude selvagem
O chefe grita na minha orelha
Sobre quem eu deveria ser
Coloque um terno da Wall Street
Sorria filho, você vai ficar parecido comigo
Eu disse: "Ei cara, há algo que você saber
Eu lhe direi, a Park Avenue leva ao
Bairro de vagabundos"
Olho e vejo que não sou apenas eu
Estamos bem altos
Nunca haverá dúvidas
Somos os jovens
Então grite
Eles nos chamam de criança-problema
Passamos nossas vidas em julgamento
Andamos uma milha eterna
Somos a juventude selvagem
Estamos de pé e não vamos cair
Somos um e um por todos
Está escrito no muro
Somos a juventude selvagem"

Youth Gone Wild - Skid Row

Amor

Como é bom dar um sorriso
E receber um ainda mais lindo de volta
Dar carinho...
E receber aquele abraço sincero
Dar prazer
E sentir correspondência do outro
Como é bom amar
Cuidar
Dedicar-se

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Violência

Ninguém consegue entender aquele que mata, aquele que tem um coração e uma alma sádica. O que se vê hoje em dia, cada vez mais próximo de nós é a violência. Os pobres cidadãos dizem não ter nada a ver com isso; a descrença e o desleixo pela sociedade tomaram conta de todos. Quem culpar? O governo? As favelas? Drogados? Traficantes? Polícia?

Alguém realmente leva toda a culpa? Como acabar com tudo isso para vivermos em um mundo de paz? Isso tudo terá algum dia um final feliz?

O mundo sempre foi cruel. Enquanto uns mandam, outros obedecem. Enquanto uns sofrem, outros em felicidade plena encontram-se.

O ser humando sempre esteve e sempre estará em busca da felicidade. Da felicidade própria. Ambiciosa e egoísta.

Não será esse o nosso maior erro?

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

A máscara da sociedade

Aquele velho maltrapilho,
aquele mesmo que você finge que não vê, todos os dias quando passa pelo calçadão do centro da cidade,
Ele um dia foi alguém, que teve mulher, família e filhos para cuidar.
Teve um lar, emprego, roupas, banho e comida...
Agora, pelo desejo do destino,
Ele está lá, a pedir, beber, roubar!
A dormir no frio, sujo,
A ser mais um a perturbar, como diria assim, a sociedade esteriotipada na qual vivemos.
É, ele está lá para perturbar...

domingo, 3 de setembro de 2006

Penso, logo existo

"Penso, logo existo". Hum... Frase que gera tanta discórdia a certos grupos, mas que diz tudo sobre o ser humano. E a continuação dela seria talvez: "Expresso, logo penso". Seria bom se todos aqueles gênios que ficam trancados em um quarto filosofando sobre a vida pudessem logo expôr suas idéias mirabolantes e colocá-las em prática. Questões sobre existência, política e até sobre o orkut podem ser altamente construtivas.

Por que não tentar?